segunda-feira, 17 de agosto de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Dia da Amizade
Na estrada da minha casa há um pasto. Dois cavalos vivem lá.
De longe, parecem cavalos como os outros cavalos, mas, quando se olha bem, percebe-se que, um deles é cego.
Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo: Um cavalo mais jovem.
Isso já é de se admirar.
Se você ficar a observar, ouvirá um sino.
Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo mais jovem.
Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.
Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo.
E você percebe que o cavalo com o sino está sempre a olhar se o outro o acompanha, e as vezes, para pra que o outro possa alcançá-lo.
E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está a levar para o caminho certo.
Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.
Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas.
Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando os outros a encontrar o seu caminho.
E assim são os bons amigos. Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.
Raquel Fogo
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Flores da aldeia
Este fim de semana, de visita à aldeia, encontrei o jardim da família em flôr!
Verdadeiro festival de cores, foi uma benção para os olhos e para a alma.
sábado, 27 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
A Flôr de Maracujá
Pelo horóscopo das flores, até o dia 23 de Junho, é a Flôr de Maracujá quem reina!
Já observaram bem esta flôr? É uma verdadeira maravilha da natureza, não concordam?
Conta-se que o papa Paulo V ajoelhou-se reverentemente diante da flor que "representava uma revelação divina": a flor do maracujá. Ela recordaria a paixão de Cristo.
Frei Vicente do Salvador descreveu-a nessa função religiosa: "além de formosa, misteriosa - possui estigmas semelhantes aos cravos que Cristo foi pregrado à cruz... cinco pétalas, rodeadas de coroa roxa, simbolizavam as cinco chagas e a coroa de espinhos".
A flor da família das Passifloráceas ganhou nome adequado (passio = paixão; flore = flor): Flor da paixão.
domingo, 17 de maio de 2009
O loendro
Especialmente quando florido, o loendro é um dos arbustos mais bonitos que vemos crescer espontaneamente no nosso país.
É uma planta que cresce nas ravinas, margens dos rios e leitos secos dos cursos de água. Trata-se de uma espécie da família das apocináceas, muito resistente à seca, poluição atmosférica e salinidade, mas que necessita de muita luz.
Natural da Europa Meridional, Norte de África e Ásia Menor, espalhou-se por toda as regiões temperadas e subtropicais do planeta.
De aparência robusta e copa arredondada, o loendro pode atingir cinco metros de altura. As folhas são persistentes, coriáceas, opostas e lanceoladas, de cor verde escura, tendo de 10 a 20 cm de comprimento.
As flores, singelas ou dobradas, ficam abertas todo o verão, formando grandes ramalhetes nas pontas dos ramos. Os frutos são cilíndricos e compridos (de 5 a 23 cm) e as sementes estão providas de pêlos em penacho. Toda a planta exsuda uma seiva leitosa.
É decididamente um dos arbustos ornamentais mais utilizados, quer pela formosura e durabilidade das suas flores, quer por não exigir grandes cuidados de manutenção.
O loendro, ou cevadilha, como também se denomina, é todo ele venenoso, devido principalmente a duas substâncias tóxicas que contém: a oleandrina e a neriantina. A oleandrina é um potente cardiotónico e constitui, como os glicósidos da dedaleira, matéria-prima para extrair princípios activos que integram os medicamentos destinados a cardíacos. Naturalmente que isto só se processa em doses mínimas e de forma laboratorial.
É uma planta que cresce nas ravinas, margens dos rios e leitos secos dos cursos de água. Trata-se de uma espécie da família das apocináceas, muito resistente à seca, poluição atmosférica e salinidade, mas que necessita de muita luz.
Natural da Europa Meridional, Norte de África e Ásia Menor, espalhou-se por toda as regiões temperadas e subtropicais do planeta.
De aparência robusta e copa arredondada, o loendro pode atingir cinco metros de altura. As folhas são persistentes, coriáceas, opostas e lanceoladas, de cor verde escura, tendo de 10 a 20 cm de comprimento.
As flores, singelas ou dobradas, ficam abertas todo o verão, formando grandes ramalhetes nas pontas dos ramos. Os frutos são cilíndricos e compridos (de 5 a 23 cm) e as sementes estão providas de pêlos em penacho. Toda a planta exsuda uma seiva leitosa.
É decididamente um dos arbustos ornamentais mais utilizados, quer pela formosura e durabilidade das suas flores, quer por não exigir grandes cuidados de manutenção.
O loendro, ou cevadilha, como também se denomina, é todo ele venenoso, devido principalmente a duas substâncias tóxicas que contém: a oleandrina e a neriantina. A oleandrina é um potente cardiotónico e constitui, como os glicósidos da dedaleira, matéria-prima para extrair princípios activos que integram os medicamentos destinados a cardíacos. Naturalmente que isto só se processa em doses mínimas e de forma laboratorial.
Devido ao seu valor científico, educativo, turístico e paisagístico, os Loendros foram a 15 de Fevereiro de 1938 classificados com espécie de interesse público, através do Decreto Lei n.º 28468.
Para quem quer desfrutar de toda a exuberância deste arbusto protegido, a melhor altura será o mês de Maio, quando este se encontra no auge da sua floração, transformando as linhas de água em autênticas passadeiras arroxeadas.
Para poderem ver outras fotografias desta belíssima planta assim como de outras encontradas na Reserva Botânica do Loendro, em Cambarinho, freguesia de Campia, em Vouzela, visitem o Jardim dos Anjos ou cliquem no endreço a seguir: Reserva Botânica do Cambarinho
sábado, 16 de maio de 2009
Sonho meu
Sonhei que dormia entre borboletas coloridas e flores perfumadas.
Eram jardins de sonho, cheios de lindas criaturas das mais belas que vi!
Com o cantar de um rouxinol fui acordada...
E com jasmim e alecrim senti a minha alma perfumada...
Ainda sinto nos cabelos esse delicioso perfume...
Que saudades sinto desse sonho e desses jardins...
E desse sonho ficou, a lembrança desses jardins encantados...
sábado, 9 de maio de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
A Páscoa e a Deusa Ostera ou Eostre
Ostera tinha uma especial afeição por crianças. Onde quer que ela fosse, elas a seguiam e a deusa adorava cantar e entretê-las com a sua magia.Um dia, Ostera estava sentada num lindo jardim com crianças quando um amável pássaro voou sobre elas e pousou na mão da deusa. Ao dizer algumas palavras mágicas, o pássaro se transformou no animal favorito de Eostre, uma lebre. Isto encantou as crianças.
Com o passar dos meses, repararam que a lebre não estava feliz com a transformação porque não podia cantar nem voar. As crianças pediram a Eostre que revertesse o encantamento. Ela tentou de todas as formas, mas não conseguiu desfazer o encanto. A magia já estava feita e nada poderia revertê-la. Eostre decidiu esperar até que o inverno chegasse, pois nesta época o seu poder diminuía. Quem sabe quando a primavera retornasse e ela fosse de novo restituída dos seus poderes, pudesse ao menos dar alguns momentos de alegria à lebre, transformando-a novamente num pássaro, nem que fosse por alguns instantes?
A lebre assim permaneceu até que, então, a primavera chegou.
Nessa época os poderes de Eostre estavam no seu apogeu e ela pôde transformar a lebre num pássaro novamente, durante algum tempo. Agradecido, o pássaro pôs ovos em homenagem a Eostre.
Em celebração à sua liberdade e às crianças que tinham pedido a Eostre que lhe concedesse a sua forma original, o pássaro, transformado em lebre novamente, pintou os ovos e os distribuiu pelo mundo.Para lembrar às pessoas de seu acto tolo de interferr no livre-arbítrio de alguém, Eostre entalhou a figura de uma lebre na lua, que pode ser vista até hoje.
Os símbolos tradicionais da Páscoa vêm de Ostara. Os ovos, símbolo da fertilidade, eram pintados com símbolos mágicos ou de ouro, eram enterrados ou lançados ao fogo como oferta aos deuses. É o Ovo Cósmico da vida, a fertilidade da Mãe Terra.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Lindos Jardins
sábado, 28 de março de 2009
sábado, 21 de março de 2009
Bem vinda, Primavera!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
