domingo, 5 de agosto de 2012

Mal me quer, bem me quer...





Mal me quer, bem me quer...


Acredita-se que têm mais de mil anos. Mais tarde foi criado um tabuleiro de jogos, com cores alegres e margens compostas por margaridas amarelas e brancas.


A margarida tem um "olho" porque o seu nome em Inglês (day eye) sugere que era destinada à cura de problemas nos olhos. No século XIII eram usadas para limpar feridas, febre e gota.


Os assírios também acreditavam que esmagando margaridas e misturando com óleo se poderia colocar a mistura no  cabelo branco e ativar a sua cor novamente.[


Nos tempos anglo-saxônicos, a margarida foi utilizada como medicamento, mas exigia que se dissesse palavras mágicas para torna-la eficiente. Era recomendado também que se adicionasse um pouco de "agua benta".. 


Útil para os médicos de Myddvai, a margarida tinha outra força de grande importância para eles. Poderia dizer  se um doente iria viver ou morrer: pegavam numa flor da margarida com vinho e davam ao paciente para beber: se vomitasse iria morrer da doença, se não, iria viver e isso foi provado. 


Marguerite, a palavra francesa para margarida, é derivada de uma palavra grega que significa "pérola". 

Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/1721092-lendas-das-flores-margarida/#ixzz22g5jJikt

Margaridas em poema


Recados para Facebook

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O horóscopo das Flores

"As flores desabrocham uma personalidade diferente em cada pessoa. Elas revelam a beleza do ser humano. O dia em que nascemos revela muito da nossa personalidade e caminhos para nos conhecermos melhor. Cada época do ano é representada por uma flor, veja qual é a sua e descubra um pouco mais sobre as suas qualidades, potencialidades e desafios nesta vida.
Campainha Imperial
(de 6/1 a 2/2)
Com delicadas flores em forma de taça, essa planta se desenvolve muito bem em temperaturas amenas e em lugares ensolarados, além de se adaptar a qualquer tipo de solo. As pessoas nascidas sob o signo de Campainha-Imperial são, a exemplo da flor que as simboliza, extremamente adaptáveis e amantes da luz e do calor. Buscam relacionamentos intensos e têm o dom de transformar os obstáculos em valiosas oportunidades de comprovar o próprio valor e alcançar a vitória. Às vezes, mostram-se distraídas e até meio relapsas, mas esse alheamento nada mais é do que a expressão de uma mente criativa e incansável, eternamente empenhada na busca de novos horizontes. Para transformarem seus sonhos em realidade, precisam aprender a ter mais persistência e a agir de forma mais objetiva.

Flor-de-Lotus
(de 3/2 a 1/3)
Essa flor, que brota na lama e se eleva para o céu por meio de um caule compridíssimo, é o símbolo da pureza no Oriente. Na Atlântida, representava a essência pura que existe no íntimo de cada ser. As pessoas nascidas sob o signo de Flor-de-Lótus são sensíveis e intuitivas, embora tendam a adotar um comportamento rígido e objetivo no dia-a-dia. São emocionalmente vulneráveis e magoam-se com facilidade, mas sabem esconder muito bem esses sentimentos.
Gostam de ajudar os outros e podem se sacrificar pelo bem-estar dos entes queridos. Para serem felizes, querem estar em paz e em harmonia com todos que fazem parte de suas vidas.
Narciso
(de 2/3 a 21/3)
Conta-se que essa flor, tão rara nos dias de hoje, espalhava-se por todos os jardins atlantes. As pessoas que nascem sob o signo de Narciso destacam-se por sua habilidade em se comunicar, pela simpatia e pelo jogo de cintura que lhes permite sair-se bem nas mais diversas situações. São pacientes e, quando necessário, agem com uma boa dose de ousadia, o que lhes garante sucesso em
vários empreendimentos.
 
 Violeta
(de 22/3 a 20/4)
A delicadeza é a principal qualidade associada a essa flor. Por isso, as pessoas que nascem sob o signo de Violeta são discretas, adaptam-se a quaisquer circunstâncias e gostam de ajudar os outros, sem jamais esperar recompensas. Podem ter aparência vulnerável, mas possuem força de vontade férrea e grande firmeza de espírito. Não toleram mentiras, traições, demonstrações de egoísmo ou ambição excessiva.

Hibisco
(de 24/4 a 10/5)
Semelhante a uma taça, a flor hibisco tem uma forma original e harmoniosa. Pode ser branca, rosada, amarela ou vermelha. As pessoas que nascem sob o signo de Hibisco são originais, abertas a novas experiências, organizadas e extremamente comprometidas com o aprimoramento pessoal. Gostam de manter um convívio social amplo, são vaidosas e se preocupam em obter o reconhecimento dos outros.
Esporeira
(de 11/5 a 31/5)
Azuis e pequeninas, as flores da esporeira se assemelham a pequenos golfinhos, presos a caules firmes e eretos. As pessoas que nascem sob este signo são fortes, determinadas e dignas, fazem questão de ter seu valor reconhecido e repudiam a falsidade e a hipocrisia. Realistas, sabem agir com serenidade e bom senso, mas nem por isso deixam de lado seus ideais e seus sentimentos mais elevados. São obstinadas, batalhadoras e dotadas de grande energia e força de vontade.
Flor-de-maracujá
(de 1/6 a 23/6)
Para os atlantes, essa flor é o símbolo da dualidade da natureza. As pessoas que nascem sob o signo de Flor-de-Maracujá podem ser bastante duais. Às vezes, aparentam uma determinada coisa, embora tenham uma essência absolutamente oposta. São falantes e decididas, mas às vezes se retraem e deixam de agir porque receiam errar. Podem encontrar a felicidade quando conseguem estabelecer um ponto de equilíbrio entre as energias opostas que agem em sua personalidade.
Orquídea
(de 24/6 a 11/7)
A orquídea é uma planta que depende das outras para sobreviver, pois suas raízes não se prendem ao solo. Mesmo assim, ela consegue manter sua independência e é dotada de beleza exuberante. As pessoas que nascem sob o signo de Orquídea lutam para ser livres e para viverem com independência e autonomia. Mas, para alcançarem seus objetivos, precisam perder o medo da solidão e não devem se preocupar tanto com as opiniões dos outros. Apreciam o luxo, o conforto e a harmonia. Podem enriquecer com um golpe de sorte e tendem a ser muito favorecidas pelo destino.
Lírio
(de 12/7 a 5/8)
As propriedades alucinógenas da flor do lírio fizeram dessa planta um símbolo da magia para muitas civilizações, inclusive a atlante. Além disso, essa flor está associada à pureza e à dignidade. As pessoas que nascem sob o signo de Lírio são dotadas de caráter nobre. Comportam-se com retidão, firmeza e coerência. Não gostam de julgar nem de serem julgadas, pois acreditam que cada um tem o direito de errar e que não cabe a ninguém avaliar o que é certo ou errado. São práticas, objetivas e sensatas, mas também apresentam um lado emotivo bastante forte.
Papoula
(de 6/8 a 28/8)
Essa flor de cores brilhantes é a fonte do extrato usado para preparar o ópio. As pessoas nascidas sob o signo de Papoula gostam de viver em ritmo de aventura. São otimistas, alegres e fazem questão de disseminar energia positiva e alto astral por onde quer que passem. Estão sempre em busca de novidades e não se lamentam quando algo dá errado, pois acreditam na importância de aprender com as experiências. Buscam avidamente os novos conhecimentos e colocam paixão em tudo que fazem. Tendem a exercer verdadeiro fascínio sobre o sexo oposto, mas podem se comportar de um jeito bastante instável nos relacionamentos amorosos.
Rosa
(de 29/8 a 23/9)
Na Atlântida, a rosa era o símbolo da intensidade e do prazer de viver.
Assim, as pessoas que nascem sob o signo de Rosa são ternas, afetuosas, verdadeiras e intensas. Buscam a plenitude em tudo o que fazem e jamais fogem dos desafios, pois sentem uma profunda alegria em vencer os obstáculos. Sabem extrair o melhor de cada experiência e jamais perdem tempo lamentando ou reclamando de alguma coisa. Apreciam elogios, mas não fazem nada para se sobressair. Generosas, gostam de fazer os outros felizes e ficam na expectativa de colher amor e gratidão.
Crisântemo
(de 24/9 a 18/10)
A justiça e a nobreza de caráter são os atributos associados a essa flor, cuja origem se perde no tempo. As pessoas nascidas sob o signo de Crisântemo são justas e querem ver a harmonia e o equilíbrio disseminados pelo mundo. Apreciam a beleza, a organização, o equilíbrio estético e o requinte. São extremamente elegantes e se comportam com discrição e charme. Precisam apenas controlar a tendência de querer mudar os outros, pois nem sempre aquilo que consideram como sendo o melhor serve de exemplo para os demais.
Dedaleira
(de 19/10 a 7/11)
Essa flor nasce em forma de cachos e é fonte de alguns extratos
medicinais. As pessoas nascidas sob o signo de Dedaleira são enérgicas, cheias de vida e boa vontade. Sonham vencer na vida e não se cansam de lutar por seus objetivos, mas às vezes perdem oportunidades valiosas simplesmente porque não aceitam se curvar diante de regras impostas pelos superiores. Agem de maneira sempre gentil, calorosa e correta. No amor, tendem a revelar um certo romantismo, embora nem sempre se mantenham fiéis a uma só pessoa.
Íris
(de 8/11 a 12/12)
Na Atlântida, essa flor era o símbolo do trabalho e da dedicação. As pessoas nascidas sob o signo de Íris tendem a ser esforçadas e podem se sair muito bem em cargos de liderança, pois sabem exercer o poder sem resvalar para o autoritarismo. Dotadas de uma intuição apurada e de uma inteligência aguda, são capazes de captar as verdades que se ocultam muito além das aparências. Persuasivas, quase sempre convencem os outros a fazerem exatamente aquilo que elas querem. Embora pareçam acessíveis e extrovertidas, sabem guardar muito bem os próprios sentimentos e desejos. Têm horror a conflitos e sempre optam pelo caminho do entendimento e da conciliação.
Mandrágora
(de 13/12 a 5/1)
Símbolo da magia, essa flor tem uma forma que lembra a silhueta de um corpo humano. É fonte de uma substância capaz de induzir a transes hipnóticos, ou estados alterados de consciência, muito úteis à prática de magia. As pessoas que nascem sob o signo de Mandrágora são espiritualmente elevadas e estão sempre em busca do sentido mais profundo da vida e da existência. Não gostam da rotina, do senso comum, da mediocridade. Têm uma natureza intensa e apaixonada, ainda que aparentem uma certa frieza e façam questão de impor algum distanciamento às pessoas em geral. É preciso conhece-las bem para saber lhes dar o devido valor."

in http://www.portalangels.com/horoscopo/horoscopos-diversos/horoscopo-das-flores.html

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Flôr da Páscoa

Frases para Orkut

Nesta Páscoa trago flores para todos! Flores de todas as cores, perfumadas e abençoadas por Deus! Para que o seu perfume envolva os vossos corações e esta Páscoa seja de Paz.

Trago também a "flôr da Páscoa", também conhecida em Portugal por Anémola; Anémona-do-Tejo; Anémona-dos-jardins; Campanilha; Flor-de-Páscoa; Flor-de-vento; Pulsatilha. O nome científico é Anemone palmat,  da família Ranunculaceae, que se distribui pela Região Mediterrânica Ocidental, encontrando-se em toda a Península Ibérica, sul de França, Córsega e Sardenha.

No Brasil, a "flôr da Páscoa" é o crisântemo, pela Páscoa ser próxima do Outono, e ser nesta estação que os crisântemos florescem.

Chryasanthemum – nome que em grego que significa flor de ouro – mais conhecida como crisântemo, a famosa rainha do Outono. Mas esta planta é de origem chinesa e foi utilizada pelo seu exército e por sua nobreza, depois levada para o Japão onde ficou símbolo nacional e em seguida para o oriente onde Carl Von Linné a nomeou.

Com flores simples ou dobradas, cores diversas, formas simples ou diferentes, tamanhos de pequenos a grandes e para vaso, jardim ou corte, é uma das plantas mais vendidas em todo o mundo. Esta inúmera variedade de plantas foram desenvolvidas para o cultivo durar o ano inteiro. O facto destas plantas terem resistência ao frio e ao calor é devido a um programa de selecção e melhoramento genético que vem sendo feito há muito tempo e intensamente.

Ela pode chegar a um metro de altura e algumas espécies têm as suas flores e flores comestíveis, mas também é muito utilizada na fabricação de inseticidas. É uma planta de dia curto que floresce no Inverno, mas fazendo o plantio em estufas durante o Verão obtém-se a produção durante o ano inteiro.

Em alguns países o crisântemo é utilizado em datas fúnebres e as suas cores têm diferentes significados como amarelo que significa amor acabado, vermelho é paixão e branco a sinceridade, mas também é utilizada em outras datas como natal, ano novo, dia dos namorados e dia dos pais e das mães, mas geralmente para os já falecidos, e em eventos sociais como aniversários, casamentos, etc. Acreditava-se que colocando uma pétala da flor no fundo de uma taça de vinho traria uma vida saudável e próspera.


Há também quem veja no girasol o símbolo da Páscoa. "Representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astrorei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida."

Assim trago "flores da Páscoa" para todos, sejam anémolas, crisântemos ou girasóis! Feliz Páscoa.
Recados para Orkut


sábado, 5 de março de 2011

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O azevinho



As civilizações pagãs, durante o solstício de Inverno, tinham por hábito decorar as casas com verdura que, segundo elas tinham poderes mágicos.

O azevinho entre os Romanos era trocado como presente e, nos nossos dias, tornou-se a principal planta do Natal. Na Inglaterra, por exemplo, era considerado sagrado.

Uma lenda diz que, Baco ao atravessar o país, ficou tão impressionado com a sua beleza que decidiu plantar ali azevinho, deixando-o como uma lembrança especial. Além de presente, os romanos consideravam-no como símbolo de paz e felicidade, e os magos celtas usavam-no como antídoto contra venenos.

O azevinho liga-se à história cristã como planta que permitiu esconder Jesus dos soldados de Herodes.

No início a Igreja proibiu as verduras, mas mais tarde, acabou por consenti-las como símbolo de vida.

Há regiões onde se usa pendurar à porta de casa ou por trás das janelas uma coroa de loureiro, o que significa que o nascimento de Jesus foi uma vitória sobre a morte e o pecado.

in www.supernatal.com

sábado, 15 de maio de 2010

sábado, 8 de maio de 2010

domingo, 7 de março de 2010

Flor-de-lis

A palavra lis é um galicismo que significa lírio ou iris, mas também pode ser uma contracção de "louis", do francês, Luís, primeiro príncipe a utilizar o símbolo (ficando assim "fleur-de-louis", ou "flor de luís"). Assim, a representação desta flor, e seu simbolismo, é o que os elementos heráldicos querem transmitir, quando a empregam sob as mais diversas formas. É uma das quatro figuras mais populares em brasonaria, juntamente com a água, a cruz e o leão.
É o símbolo do movimento escoteiro, as três pétalas representando os três pilares da promessa escoteira e o apontar para o Norte em mapas e bússolas, mostra para onde o jovem deve ir, sempre para cima.

As pessoas na Idade Média exprimiam, com frequência, as suas idéias e  sentimentos através de símbolos: as cores, as imagens, os animais apresentavam um significado claro para eles. O rei de França tinha a Flor-de-Lis por emblema.

Um escrivão do século XIII assim explica o sentido deste símbolo:

“Uma vez que Nosso Senhor Jesus Cristo quer, mais do que todos os outros reinos, iluminar a França pela Fé, pela Sabedoria e pela Cavalaria, os Reis de França adquiriram o hábito de trazer sobre suas armas a Flor de Lis com três pétalas, como se elas afirmassem ao mundo inteiro: Fé, Sabedoria e Cavalaria são, pela graça de Deus, mais abundantes em nosso reino do que nos outros. As duas pétalas da Flor de Lis que se encontram de cada lado, significam Sabedoria e Cavalaria que garantem e defendem a terceira pétala colocada no meio, mais longa e mais alta, e que significa a Fé; porque esta deve ser governada pela Sabedoria e defendida pela Cavalaria”.

Pertencente à família das Amarilidáceas, a flor-de-lis é originária do México e da Guatemala. Conhecida em outros idiomas como lírio-asteca, lírio-de-Saint-James (St. James lily), lírio-de-saint-Jacques (Lis de Saint-Jacques) a Sprekelia formosíssima é a única espécie do gênero. O nome da espécie foi dado pelo botânico Linnaeus (Lineu) quando recebeu alguns bulbos de J. H. van Sprekelsen, um advogado alemão. Os espanhóis introduziram a planta na Europa, levando os bulbos do México, no final do século XVI. 


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A camélia




Da mesma família do chá, a Camélia apresenta inúmeras variedades e híbridos. Apresenta-se em arbustos ou árvores de porte médio, com folhas coriáceas, escuras, lustrosas, com bordas serrilhadas ou denteadas.

São flores vistosas, brancas, vermelhas, rosadas, matizadas, ou raramente amarelas, algumas tão grandes quanto a palma da mão de uma pessoa adulta, outras tão pequenas quanto uma moeda. Certas espécies exalam um suave perfume. Os frutos são cápsulas globosas, que podem variar do tamanho de um amendoim ao de uma maçã, com cerca de 3 sementes esféricas.

As formas mais comerciais são as de flores grandes, com muitas pétalas e estames de cores fortes que variam do branco ao vermelho, com algumas variedades pintalgadas ou manchadas. As camélias amarelas são raras, e são obtidas apenas através da hibridização entre certas espécies.

As flores das camélias podem ser separadas em 3 categorias:

  • Simples: as flores possuem apenas um ciclo de pétalas, estames e pistilo íntegros e normalmente funcionais;
  • Semi-dobradas: as flores possuem mais de um ciclo de pétalas, estames e pistilos podem ou não ser transformados em petalóides, mas sempre há alguns estames íntegros, e algumas vezes férteis;
  • Dobradas: as flores possuem inúmeros ciclos de pétalas. Todos os estames e o pistilo são convertidos em estruturas petalóides, e as flores são sempre estéreis.

A sua utilização paisagística é ampla, adequando-se a jardins europeus, orientais e contemporâneos. A época da sua floração varia de acordo com o clima em que está inserida, podendo ocorrer desde o outono/inverno até durante ano todo em regiões mais quentes.

As flores podem ser colhidas e são bastante duráveis, desde que não sejam manipuladas, pois podem ficar com manchas escuras. É a flor inspiradora do romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho.


Como já é uma tradição, nos próximos dias 12, 13 e 14 de Março Celorico de Basto irá realizar a VII Festa Internacional das Camélias.

De acordo com o site celoricobasto.com, este ano o programa tem várias actividades. O festival começa no dia 12 de Março com um fórum que tem como tema O Turismo em Celorico de Bastos.

No dia a seguir, 13 de Março, haverá a habitual exposição, concurso e mercado de camélias, onde se pode ver vários tipos de camélias, podendo até adquirir alguns exemplares. Poderemos assistir também à Tertúlia das Camélias, esta actividade tem um espaço próprio onde se pode falar sobre o tema das festa.

No Domingo, dia 14, haverá a visita guiada aos vários jardins de Camélias do concelho, ponde se poderá ver e apreciar as camélias, trabalhadas artisticamente, fornecendo um especial encanto ao jardim.Realiza-se também uma caminhada Na Rota das Camélias, onde poderá visitar vários jardins de Camélias.

A participação nestas actividades está sujeita a inscrição gratuita, tirando estas actividades, poderão ver muitas mais iniciativas de título empresarial privado à associado à Festa Internacional das Camélias.

Para quem aprecia estes festivais de flores, sugiro ainda já este fim de semana o XLVI Concurso - Exposicón Internacional da Camelia, que se realiza em Pontevedra.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Plantas e flores em palavras



Tenho dois novos livros lindos: "Anatomia de uma Rosa" de Sharman Apt Russell e "Plantas e Flores" de Odete L. Nogueira. Os dois retratam o mundo maravilhoso das flores com os seus significados e os afectos e sentimentos que revelam. Anatomia de uma Rosa conta-nos a vida íntima das flores numa viagem luminosa ao mundo da Botânica, enquanto que Plantas e Flores revela-nos uma viagem muito interessante pelo mundo floral e faz descobertas ainda mais surpreendentes. Plantas e Flores foi beber na própria história da humanidade as ligações entre as flores e as emoções.

Que espécie de magia envolve as flores? Que mistério as liga tão fortemente às emoções humanas? Por que estão presentes em todas as ocasiões onde a emoção humana está em evidência?

As plantas estiveram sempre relacionadas com o destino dos Homens. Já descobriu qual a sua preferida? E sabe porquê? Prometo trazer alguns registos interessantes destas duas obras.
Fique por aí.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A pomba branca





Todo o jardim que se preze tem que ter aves. São elas que dão movimento e som. Aliado às cores das árvores e flores, são a combinação perfeita para um lindo jardim.

Um tema interessante e que gosto particularmente é a simbologia. O que significam as coisas para as diversas civilizações, religiões ao longo da História?

Por exemplo, a pomba branca. Como se tornou símbolo da paz? Fui à procura e encontrei. Tudo começou com a arca de Noé. Quando esperava pelo fim do dilúvio, Noé mandou um animal mensageiro para ver se as águas tinham baixado.



O primeiro escolhido foi o corvo, mas nunca voltou. Então Noé enviou uma pomba, na primeira viagem, ela não encontrou nenhum lugar para pousar. Sete dias depois, foi novamente solta e retornou com um ramo de oliveira no bico. Isso, de acordo com a narrativa bíblica, simbolizava a PAZ entre DEUS e os homens. Além disso, o ramo de oliveira significava também que havia encontrato terra

Outra história bíblica, confere a esta ave luz e paz. Assim que Jesus foi baptizado, o espírito de Deus desceu sobre Ele em forma de uma pomba. Desde então, a pomba é associada ao Espírito Santo.

A cor branca também indica ausência de cores representando a luz e a pureza. Desta forma, a pomba da paz teve um impulso diante das guerras nos séculos XX, simbolizando a serenidade.

No inicio dos anos 60 o pintor Pablo Picasso eternizou a pomba branca como símbolo da Paz numa série de gravuras que se tornaram famosas mundialmente.

Outros artistas também ajudaram a popularizar o ícone, que foi utilizado em manifesto e tratado internacionais, como o congresso da Paz de 1949 realizado em Paris.

Diz a lenda que o diabo e as bruxas podem transformar-se em qualquer pássaro, excepto numa pomba branca.

sábado, 19 de dezembro de 2009

A poinsettia



Nativa da América Central, a poinsettia vegetava numa área do Sul do México, conhecida como Taxco del Alarcon e, pelo que se sabe, os antigos Astecas chamavam-na de"cuetlaxochitl" e não a utilizavam apenas como planta decorativa. Das suas brácteas, extraíam uma tinta de tonalidade intensa, utilizada como cosmético e no tingimento de tecidos. O líquido leitoso, abundante nas suas hastes, era usado na preparação de poções contra a febre. É provável que as primeiras referências que relacionam a poinsettia a festas religiosas, como o Natal, situam-se no século XVII. Pela sua cor vermelho-brilhante e pelo florescimento durante o período das festas Natalinas, os monges franciscanos começaram a utilizar esta flor para decorar uma procissão típica do Natal, conhecida como "Festa de Santa Pesebre".

Podemos dizer que o responsável por toda a popularidade da poinsettia no Natal dos Estados Unidos foi Joel Robert Poinsett, o primeiro embaixador dos Estados Unidos no México no período de 1825 a 1829. Nesta época, encantado com a vistosa planta mexicana, levou alguns exemplares para a sua terra, distribuiu entre amigos, enviou para jardins botânicos... enfim, fez tanto que mereceu baptizar a planta com o seu nome.

E, por falar nisso, entre os amigos que receberam a planta, estava o horticultor John Bartram que doou algumas mudas para o viveirista Robert Buist - tido como a primeira pessoa a vender a planta com o nome de Euphorbia poinsettia. A denominação Euphorbia pulcherrima, antes de sua introdução nos Estados Unidos e posterior interesse em sua comercialização, já havia sido reconhecida e publicada por um taxonomista alemão em 1833.

E para quem acha que o nome "pulcherrima" é horroroso, aí vai o seu significado: "a mais bela".

Como ela é:

Planta da família das Euforbiáceas, a poinsettia apresenta uma característica muito interessante: o que parecem ser as pétalas das flores, na verdade, são brácteas, ou seja, são folhas modificadas. Isso ocorre porque as verdadeiras flores da planta (veja detalhe ao lado) são pequeninas e quase insignificantes, não apresentando cores e formas atraentes para os polinizadores. Assim, as brácteas, coloridas e exóticas, que surgem ao redor das flores verdadeiras, cumprem a função de atrair os insetos e aves responsáveis pela polinização da planta.

Sempre vemos poinsettias comercializadas em vasos, o que nos dá a impressão de que se trata de uma planta de pequeno porte. Na verdade, em ambiente externo, plantada no jardim, por exemplo, ela pode atingir 3 metros de altura.

Ficha da Planta

Nome popular: poinsettia, bico-de-papagaio, flor-do-natal
Origem: América do Norte, México
Porte: arbustivo podendo atingir cerca 3 metros de altura.
Propagação: por meio da estaca de galhos
Luminosidade: precisa de sol pleno para se desenvolver bem. Em ambientes internos, só vai bem em locais com grande luminosidade natural.
Regas: constantes, mas sem encharcamento
Solo ideal: arenoso com boa drenagem. Uma boa mistura de solo é a seguinte: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de areia.

* Rose Aielo Blanco é jornalista e editora do Jardim de Flores - http://www.jardimdeflores.com.br





sábado, 31 de outubro de 2009

domingo, 11 de outubro de 2009

sábado, 26 de setembro de 2009

A árvore nas civilizações antigas

Desde o principio dos tempos, a árvore manteve uma relação com o ser humano, proporcionou o primeiro lar, lenha, sombra e alojamento para as aves que podiam transformá-las em caça para alimentar a tribo.

No entanto, os druidas consideravam que a relação podia ser mais íntima, tinham em mente que cada homem ou mulher levava no seu interior uma árvore, pela qual alimentava o desejo de crescer da melhor maneira. Na realidade a árvore supria o seu protector de todo o material e espírito dos seres humanos celtas.

A árvore articulava toda a idéia dos cosmos ao viver numa contínua regeneração. Nela os druidas contemplavam o símbolo da verticalidade, da vida em completa evolução, numa ascensão permante até o céu. Por outro lado, a árvore permitia estabelecer uma comunicaçaão entre os três níveis dos cosmos: o subterrâneo, pelas raízes que não deixavam de sugar nas profundidades para saciar a contínua necessidade de encontrar água; as alturas, através da copa e dos ramos superiores, sempre reunidos na totalidade dos elementos, a água que flui em seu interior, a terra que se integra em seu corpo pelas raízes, o ar que alimenta as folhas e o fogo que surge de sua fricção. Os celtas conseguiam o fogo friccionando habilmente uns ramos, entre as quais haviam introduzido erva seca ou palha.

A árvore era a ponta do mundo

Devido ao facto das raízes das árvores se submergissem no solo enquanto os seus ramos se elevavam ao céu, fez com que os druidas a considerassem o símbolo de relação terra-céu. Possuía neste sentido uma carácter central, até o ponto que se supunha a essência do mundo.

São muitas as civilizações antigas que estabeleciam sua árvore central, essa que era tida como ponta do mundo: o roble do celtas; o tilo dos alemães; o fresno dos escandinavos; a oliva dos árabes; o banano dos hindus; o abedul dos siberianos, etc. Tanto na China como na India a árvore é considerada a ponta do mundo pela companhia dos pássaros, o mesmo sucedia com os celtas, já que estes descansam nos seus galhos. Eram considerados estados superiores do ser, que se encontravam vinculados ao mesmo, com o tronco da árvore. Os pássaros eram em doze, o que recordava o simbolismo zodiacal e dos Aditya, que constituem a dúzia de sóis.

A Árvore Cósmica

A árvore cósmica para os druidas era o centro: a sua seiva supria a chuva celestial e os seus frutos proporcionavam a imortalidade (o retorno do ser a um estado paradisíaco).

Assim ocorria com os frutos da árvore da Vida que se encontravam no Éden, as maçãs de ouro do Jardim de Hespérides e o pêssego da Si-wang, a seiva de Haoma Iraní. O Hiomarigi japonês também é valorizada como uma árvore cósmica, igual que a Boddhi, a qual Buda alcançou a plena iluminação, pela que desde então representa ao mesmo Buda na iconografia primitiva.

O simbolismo chinês conhece a árvore da fusão: une o Ying com o Yang (Cruzamento das flores masculinas e as femininas da árvore). Assim mesmo, as categorias das árvores: as folhas caducas e as folhas perenes estão afetadas por signos opostos: um simboliza o céu das mortes e renascimento; e o outro representa a imortalidade da vida, quer dizer, das manifestações diferentes de uma mesma identidade.

Na Bolívia e no Haiti, a árvore não é só deste mundo, ela sobe para mais longe. Vai dos infernos aos céus, como um caminho de viva comunicação. Para os celtas a árvore cósmica tinha o nome de Bilé, no idioma irlândes, e a germânica se chamava Iggdrasil no idioma antigo nórdico (Old Norse).

A árvore dos antepassados

De acordo com as idéias de muitos antropólogos, podemos crer que a árvore foi considerada um antepassado mítico de uma tribo, ao perceber na relação estreita com o culto lunar. Assim afirmavam os druidas. Mas existem numerosos exemplos em outras culturas: Os Mãos e os Tagálop das Filipinas; o Yu-nan do Japão, os Ainu da Ásia central; na Austrália que unem as origens das suas raças com o bambu e acácia. A árvore também intervém nas interpretações antropomórficas (transformação do homem em árvore e vice versa).Isso pode-se ver nas crenças dos povos altaicos e turco-mongois da Sibéria, o mesmo que nos celtas. O matrimônio místico entre árvores e humanos é comum na Índia, no Penjab e no Himalaia. Também na América do norte, e em algumas áreas da África.

A árvore social

A árvore também simboliza o crescimento de uma família, de uma cidade, de um povo, de uma nação, e do poder do rei. Um bom exemplo disso é Nabucodonosor e a interpretação de seu sonho pelo Profeta Daniel. Na tradição bíblica judaica-cristã, detecta-se no relato da tentação do livro do Gênesis, as grandes árvores que figuravam as vezes nos Salmos. Essa árvore simboliza a cadeia de gerações, cuja história se resume na Bíblia e que culmina com a chegada da Virgem e de Jesus Cristo. Esta mesma árvore inspirou muitas obras de arte e foi objecto de cometários místicos.

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